
Quando o garçom demonstra o nome de um prato, viajantes japoneses podem repetir juntos. Ele fala mais devagar e a mesa toda tenta de novo. Quem veio anotar um pedido acaba conduzindo uma pequena aula de pronúncia.
JAPANESE ARUARU

Quando o garçom demonstra o nome de um prato, viajantes japoneses podem repetir juntos. Ele fala mais devagar e a mesa toda tenta de novo. Quem veio anotar um pedido acaba conduzindo uma pequena aula de pronúncia.

Antes de voltar para casa, um viajante japonês pode alinhar as últimas moedas no balcão. Falta um pouco, ele paga com uma nota e recebe mais moedas. A carteira ia ficar mais leve, mas a coleção acabou de se renovar.
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Um viajante japonês pode converter o preço em ienes, escolher a caixa grande, olhar o celular e trocar pela pequena. Outra conta traz a grande de volta. Diante do vendedor, as lembrancinhas já estão fazendo uma pequena viagem própria.
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Um viajante japonês pode escolher um presente de edição limitada bem na hora em que o vendedor mostra outro. Sem soltar a primeira caixa, começa a comparação de novo. Mais um “só por tempo limitado” pode prolongar um pouquinho a escolha.
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Um viajante japonês pode começar a chamar o garçom com “Sumima…” e parar para procurar outra frase. A mão continua levantada. O garçom percebe e se aproxima. Enquanto a frase ainda está sendo montada, a mão já deu o recado.
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Viajantes japoneses podem explorar um longo cardápio de bebidas e acabar apontando para o mesmo lugar. O garçom pergunta a cada um: latte, latte, latte. Depois de passear por tantas opções, todos os pedidos se encontram na mesma xícara.
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Um amigo local pode encontrar os viajantes japoneses comparando aplicativos de previsão do tempo. Chuva, sol, nuvens: cada celular traz uma proposta. Lá fora, o céu já está aberto. Aqui dentro, a reunião antes do passeio ainda busca um acordo.
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Um viajante japonês pode calçar os sapatos para sair do quarto, lembrar que esqueceu algo e tirá-los de novo. Para o amigo local esperando na porta, os sapatos já fizeram várias viagens de ida e volta. O passeio ainda nem começou.
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Um amigo local dividindo o quarto pode ver um viajante japonês organizar os sachês de chá e depois procurar nas prateleiras e embaixo da mesa. O chá já está pronto para descansar. A chaleira ainda não se juntou à viagem.
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Depois de fazer o pedido, um viajante japonês pode levantar discretamente o polegar para o amigo. Aí o atendente pergunta o tamanho. A mão para no meio do caminho e os dois voltam ao cardápio. Faltava uma curva antes da chegada.
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Um viajante japonês pode mostrar uma foto do hotel ao pedir informações. Só que a tela está ocupada por um close da porta. Um morador olha mais de perto: a maçaneta está bem nítida, mas a rua continua sendo um mistério.
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No caixa, um viajante japonês pode procurar moedas e tirar uma coleção de recibos. Café, trem, lembrancinhas: o roteiro inteiro aparece diante do atendente. A viagem está bem documentada, mas ainda falta uma moeda para pagar.
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Um amigo local pode terminar as compras e encontrar os visitantes japoneses comparando caixas enormes no primeiro corredor. Depois vêm as garrafas e os doces desconhecidos. Uma passada rápida no supermercado pode virar um passeio, prateleira por prateleira.
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